A espera pode.
Ser bela, estranha, estrangeira,
Talvez.
Esperança que de tanto em tanto
Reinventa-se
À margem.
Esperanto
Língua real dos prazer honestos
Simples
Infinitos.
Esperanto:
Esperando.
Esperado.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Revolução da evolução
Estranheza.
Quando foi que governantes gostaram de manifestações?
Quando foi que quem governa está ao lado de quem manifesta?
Manifesta-se?
Quando foi que a manifestação precisou atrelar-se à pacificidade das caras pintadas?
Quando foi que a manifestação auto designou-se as cores nascidas nas matas derrubadas, na terra saqueada, no céu obstruído e no ideal manipulado?
Quando foi que a cidade teve paz?
Onde foi que a cidade...
Manifestação sem barulho não é manifestação. É passeata, só.
Manifestação sem ação não é revolução! Nunca.
Questões, questãs, estão:
O que se quer? ...... interesse.
Quem quer? ...... revelação.
Para quem se quer? ...... supremacia.
Revolução da evolução é ação e mais que ação.
É não, cordão e chão para o que vem:
dissonância e transformação de tudo
e de nada.
Quando foi que governantes gostaram de manifestações?
Quando foi que quem governa está ao lado de quem manifesta?
Manifesta-se?
Quando foi que a manifestação precisou atrelar-se à pacificidade das caras pintadas?
Quando foi que a manifestação auto designou-se as cores nascidas nas matas derrubadas, na terra saqueada, no céu obstruído e no ideal manipulado?
Quando foi que a cidade teve paz?
Onde foi que a cidade...
Manifestação sem barulho não é manifestação. É passeata, só.
Manifestação sem ação não é revolução! Nunca.
Questões, questãs, estão:
O que se quer? ...... interesse.
Quem quer? ...... revelação.
Para quem se quer? ...... supremacia.
Revolução da evolução é ação e mais que ação.
É não, cordão e chão para o que vem:
dissonância e transformação de tudo
e de nada.
sábado, 22 de junho de 2013
17/6 - 21/6
Primeiro me empolguei.
Como é lindo ver as pessoas nas ruas,
onde apenas havia os carros.
Depois tentei passar adiante a sensação, a informação.
Entre sinais de concordância, discordância e paralisia
Percebi, mas não pude reagir aos sinais de ceticismo que vi.
Pois de fato, o fato
Não vi.
Agora está claro,
e tão claro quanto, triste:
A direita opressora e ditatorial está vencendo;
a pequena imensa classe média está fazendo as vezes de soldados da burguesia.
E sobre o pretexto de não aceitação partidária e de uma falsa liberdade nacional nacionalista
começa a desenhar a face de um fascismo fácil
que se mostrara adormecido.
Verde e amarelo. Deitado esplendidamente.
Porém acordado estava dentro da cegueira toda que desnivela, derruba e aniquila a existência humana.
Tudo muito bem orquestrado por aqueles que supostamente
Estariam sendo achincalhados.
Os poderosos. Concordantes.
Eles que, o tempo todo, deram as cartas e jogaram os dados.
Até agora.
E agora?
Como é lindo ver as pessoas nas ruas,
onde apenas havia os carros.
Depois tentei passar adiante a sensação, a informação.
Entre sinais de concordância, discordância e paralisia
Percebi, mas não pude reagir aos sinais de ceticismo que vi.
Pois de fato, o fato
Não vi.
Agora está claro,
e tão claro quanto, triste:
A direita opressora e ditatorial está vencendo;
a pequena imensa classe média está fazendo as vezes de soldados da burguesia.
E sobre o pretexto de não aceitação partidária e de uma falsa liberdade nacional nacionalista
começa a desenhar a face de um fascismo fácil
que se mostrara adormecido.
Verde e amarelo. Deitado esplendidamente.
Porém acordado estava dentro da cegueira toda que desnivela, derruba e aniquila a existência humana.
Tudo muito bem orquestrado por aqueles que supostamente
Estariam sendo achincalhados.
Os poderosos. Concordantes.
Eles que, o tempo todo, deram as cartas e jogaram os dados.
Até agora.
E agora?
terça-feira, 18 de junho de 2013
Tudo o que é sólido se desmancha no ar
Cidades. Protestos.
Por vinte. Por milhares de vozes. Barulho.
Centavos. Milhões de vozes. Silêncio.
Polícia que bate. Repense.
Polícia que solta. Propensa.
No meio do tudo. O nada.
Desmanchado para quem quiser ver.
Céu parado, montanhas em movimento.
Tudo o que é solido fica assim:
À mercê. Do:
Vento, som, tempo, sol.
Lento mar, receber é dar.
Por vinte. Por milhares de vozes. Barulho.
Centavos. Milhões de vozes. Silêncio.
Polícia que bate. Repense.
Polícia que solta. Propensa.
No meio do tudo. O nada.
Desmanchado para quem quiser ver.
Céu parado, montanhas em movimento.
Tudo o que é solido fica assim:
À mercê. Do:
Vento, som, tempo, sol.
Lento mar, receber é dar.
domingo, 16 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Matrix
Matrix.
Que filme!
A realidade e a realidade.
A vitória parcial das máquinas.
A fé.
A iluminação.
A paz.
Que filme, Matrix!
O olhar perdido da pergunta
já não é mais o mesmo
do olhar que renasce do sangue, das balas
Fugazes.
Matrix, que filme?
O que assisti hoje pela terceira ou quarta vez.
Mais que descoberto,
O caminho deve ser percorrido.
Que filme!
A realidade e a realidade.
A vitória parcial das máquinas.
A fé.
A iluminação.
A paz.
Que filme, Matrix!
O olhar perdido da pergunta
já não é mais o mesmo
do olhar que renasce do sangue, das balas
Fugazes.
Matrix, que filme?
O que assisti hoje pela terceira ou quarta vez.
Mais que descoberto,
O caminho deve ser percorrido.
Eis que então: ter ou não ter?
Pago logo somo
Sumo apago longe
sonho.
Medo agora
mãe e senhora
aonde
Foi parar
o tema, o ar
responde!
pois, o que vale
menos:
ser a ter,
ou ter o ser?
Sumo apago longe
sonho.
Medo agora
mãe e senhora
aonde
Foi parar
o tema, o ar
responde!
pois, o que vale
menos:
ser a ter,
ou ter o ser?
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